9 de setembro de 2015

Capitulo 15


Sai de lá com o coração na mão praticamente, nunca em meus melhores sonhos eu imaginária o que acabou de acontecer, eu e Luan lado a lado conversando e ele tocando, trocando idéias, falando coisas sem noção. ‘Aí Jesus isso é demais pro meu coração’. Fiquei esperando o elevador cerca de uns 10 minutos, quando finalmente chegou e eu entrei, escutei.
- Segura o elevador, por favor! - era ele - Obrigada! - ele entrou e junto com ele o seu perfume. - Oia oce por aqui!
- Tá me seguindo né?
- Claro que tô! - ele riu
- Palhaço! - dei um tapinha no braço dele.
- Ei oh a agressão! - riu - Tu não me disse teu nome sabia!?
- Não? Vai ficar sem saber então! - ergui uma das sobrancelhas.
- Oh nega faz isso não muié! Diz aí vai, por favor!
- Joana! - disse segurando o riso.
- Joana?
- Sim! Algum problema?
- Não! Não! Nenhum! - levantou as mãos e deixou cair o violão - Porra! - fiquei apenas observando ele com todo o cuidado pegar o violão de volta e ficar com ele em cima de um dos seus pés. – Mas serio que é Joana?
- E se não for? Que nome ce me da?
- Ah sei lá! Tudo menos Joana! Tu é muito bonita pra ter um nome feio desse – ‘Cantor ta me cantando é isso mesmo?’ - Xô ver, Felismunda?
- Não abestado! – ri
- Felisberta? Regismunda? Faxinilda? Nenhum desses? Ah então não sei desisto!
- Cantor desistindo assim tão fácil! Acredito! – fiz cara de assustada e sai do elevador que parou no meu andar – Tchau! Até mais tarde! – mandei beijo e a porta do elevador fechou não dando tempo dele se quer falar algo. Comecei a pular e a gritar no corredor, a minha felicidade precisava ser expressada pra todos ouvirem. Depois de ter extravasado tudo o que estava dentro de mim, entrei de volta ao quarto e dei de cara com Sara saindo do banheiro.
- Tu acordada à uma hora dessas? – perguntei.
- Ansiedade me define! – ela disse sorrindo.
- Hum entendo! – respondi com um sorriso enorme.
- E você? Caiu da cama foi? Viu passarinho verde?
- Praticamente! Derrubada por um meteoro! – Ih falei demais.
- Meteoro?
- É sonhei com o Luan e perdi o sono! – respondi me fazendo de desentendida.
- Hum sei! – ela disse e fui acordar Carol.
- Acho melhor a deixar acordar sozinha!
- Ela tem que levantar pra comer algo e temos que aproveitar pra conhecer a cidade até a hora do show! – disse balançando ela. Carol não acordava por nada, fui até o banheiro e peguei um pequeno copo com água e joguei nela.
- PORRRA MARY CUSTA ME DEIXAR DORMINDO! CARALHO NÃO SABE ACORDAR AS PESSOAS DE OUTRA FORMA NÃO! – ela disse gritando e eu e Sara me acabando de rir- PAREM DE RIR NÃO SOU PALHAÇA NÃO!
- Parou de chilique? Agora vai tomar banho e trocar de roupa pra gente comer e depois sair. – disse e ela me olhou-me fuminando, e foi pro banheiro toda molhada. Ficamos esperando ela cerca de uns 30 minutos. Descemos pra comer e saímos pra curtir a cidade um pouco.
(Narração do Luan)
Acordei no meio da madrugada, por mais cansado que eu estivesse meu sono parecia que foi pro brejo. Olhei pro relógio 4h da manha. Levantei e decidi ir compor algo, mas meus vizinhos de quarto decidiram ter uma noite quente hoje e estavam no maior amasso e gritasseira ‘Mereço isso viu’, então fui obrigado a descer e usar umas das salas privativas que o hotel oferecia. O sol já estava raiando e minhas inspirações fluindo como nunca, parecia que eu estava na beira da praia olhando pro mar e conversando comigo mesmo sobre a musica que estava na minha cabeça, depois de compor e ficar brincando com algumas notas, comecei a tocar “Sinais”, quando eu estava tocando e cantando ela mentalmente meus pensamentos foram pros olhos daquela mulher na recepção ‘Mas que raio que isso não sai da minha cabeça’. Voltei a tocar algumas musicas da nova turnê e fui interrompido por uma voz feminina.
- Você toca muito bem! – ela disse e eu me assustei ela se desculpou, mas quando eu me levantei pra secar suas lagrimas que queriam sair por ela ter me visto ela quase saiu e eu a “salvei”, nossos olhos, boca e nariz ficaram próximos e ali eu vi ‘É ela! Mas como? Por quê? É ela seu idiota, beija logo’, mas ela pediu pra eu a largar, ela estava vermelha e parecia com falta de ar. Ouvi ela dizer que precisava ir mas eu não queria que ela saísse de perto de mim. ‘O que ta acontecendo comigo? Eu mal a conheço!’ mostrei a composição que eu tinha feito agora pouco e ela pareceu amar, seus olhos brilhavam quando eu terminei de tocar, mas a reação dela foi completamente diferente do que eu imaginei, ela falou da Jade com um jeito de tristeza e raiva ‘O que ela tem haver com isso? Nada! Somos apenas amigos’, depois da confirmação de que ela não gostava da Jade mesmo eu sem entender ficamos conversando, eu tocando e ela apenas observando cada movimento meu, mas ela tinha que ir, segundo ela cuidar das meninas ‘Meninas? Ah aquelas que estavam com ela ontem! Mas elas não pareciam tão novas assim que precisassem de cuidados’. Nos encontramos no elevador de volta.
- Tá me seguindo né? – ela perguntou sorrindo
- Claro que tô! - ri
- Palhaço! – me deu um tapa no braço.
- Ei oh a agressão! Tu não me disse teu nome sabia!?
- Não? Vai ficar sem saber então! – ela ergueu as sobrancelhas. ‘Linda’
- Oh nega faz isso não muié! Diz aí vai, por favor!
- Joana! - disse colocando a mão na boca.
- Joana? – ‘Ela não tem cara de Joana’
- Sim! Algum problema?
- Não! Não! Nenhum! - levantei as mãos e acabei deixando cair o violão - Porra! - juntei o violão e coloquei ele apoiado nos meus pés. – Mas serio que é Joana?
- E se não for? Que nome ce me da? – ela perguntou de jeito sapeca.
- Ah sei lá! Tudo menos Joana! Tu é muito bonita pra ter um nome feio desse – ‘Ih falei demais’ - Xô ver, Felismunda?
- Não abestado! – riu e que sorriso.
- Felisberta? Regismunda? Faxinilda? Nenhum desses? Ah então não sei desisto!
- Cantor desistindo assim tão fácil! Acredito! Tchau! Até mais tarde! – ela saiu correndinho do elevador, sem dar tempo pra eu falar nada. Enfim cheguei no meu andar, quando estava saindo dei de cara com Rober.
- Ih Boi acordado essas horas? – perguntou.
- Nem fala Testa! Nem me fale!
- Aconteceu alguma coisa?
- Oia se não fosse pela coisa boa que rolou eu diria que tinha sido péssimo!
- Coisa boa? Conta ai! Ou melhor vem me contar lá em baixo! – disse me puxando de volto pro elevador. Descemos e tomamos café, contei pra ele o que aconteceu e ele ficou tirando onda com a minha cara. Há vi entrando acompanhada de mais duas meninas, bonitas por sinal, ela estava com a mesma roupa de hoje mais cedo, e só agora percebi o quão bonita de corpo ela é também, as outras meninas estavam de shorts e uma camisa básica, elas se serviram tomaram café em meio a risadas. Fiquei observando elas todo o tempo.
- Boi quer um babador? – ouvi o Testa falar.
- Só se for pra enfiar naquele canto! – olhei serio pra ele.
- É serio cara, para de olhar elasvão perceber e você vai ficar com cara de taxo depois!
- Que se dane! Não sei por que, mas ela não sai da minha cabeça.
-Ta se apaixonando?
- Não! Não! Ta doido? – ‘Ou eu to?’
- Sei!
- Cala a boca e come que eu quero subir pra dormir! – disse e ele começou a rir da minha cara, joguei uns pedaços de pão nele que logo fechou a cara e terminou de comer. Subimos e eu dormi a tarde toda.


Cantô reconheceu ela? :O OMG hehe deixar vocês curiosas mais um tico u.u proximos cap serão incrives <3 Beijos e amanhã tem mais! ^^ 

2 comentários:

  1. Luan reconheceu e parece q se apaixonou de cara.kkkkkk eitaa Luanzito perigoso. Ou será que so quer dar uns pegas? Mary se fazendo difícil hahahaha! Minha fia va logo, aproveite a chance. Kkkk bjos!

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  2. Se for só uns pega dou na cara dele Brenna! u.u kkkkkk Tenho que me fazer de dificil se não ele não gama de vez kkkkk Beijos - Mary

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