13 de setembro de 2015

Capitulo 24


Entramos no quarto tropeçando, eu bebi um pouco além da conta no bar do camarote e estava mais solta que o normal, Luan nem precisou disso, bastou uns beijos mais quentes na vã pra ele se alegrar em dois tempos.
- Lu… an… – ele me beijava desesperado.
- Calma nega! – ele disse beijando meu pescoço me fazendo arrepiar. 
Em meio aos beijos caímos na cama 
- Não… vou… fazer… nada… que… você… não… quiser! – ele disse me dando beijos do pescoço até meus seios e minha barriga. Puxei-o pelos cabelos, o beijei, mordi seus lábios o provocando ainda mais, minhas mãos desceram acariciando as costas, braços e barriga dele, enquanto suas mãos acariciavam minhas coxas, favorecido pela saia que eu usava. 
- Aaahhh – ele passou a mão de leve na minha intimidade. 
- Já ta pronta pra mim? – ele perguntou e eu senti um baque no meio das minhas pernas e vi ele segurando um pedaço de pano vermelho, era a minha calcinha. 
- Seu fi… – ele me beijou e com muita dificuldade tirou a minha saia e blusa
- Ta com muita roupa cantor! – disse e com um movimento rápido fiquei de pé, ajudei a tirar a camisa e ele tirou a calça que logo foi a cueca junto e pude ver seu membro - Puta que pariu – Disse alto e ele olhou pra mim sorrindo malicioso e veio me beijar, passava a mão pela minhas costas dando leves apertadas, uma de suas mãos foram para a minha bunda e a outra me pressionava contra ele, pediu pra que eu me virasse de costas e tirou meu sutiã, me deitou na cama de bruços e começou uma seção de beijos nas minhas costas, ele abriu minhas pernas e ficou me provocando passando seu membro em mim.
- É… eu preciso falar uma coisa! 
- Diga! - ele parou e me olhou, mas não conseguia me concentrar, ele estava próximo demais de entrar em mim. 
- É…É…Eu nunca fiz isso! – disse e enfiei meu rosto no colchão. 
-Nunca? Nunquinha? – ele disse se encaixando em mim um pouco.
-Nã…Não…
- Você confia em mim? – ele disse saindo.
- Confio! – me virei e ele me beijou, prendi minhas pernas na cintura dele.
- Tá pronta? - ele perguntou.
- Eu… acho… que… sim! - respondi ofegante com os beijos e as provocações que ele fazia, passando seu membro pelas minhas coxas se aproximando da minha intimidade novamente.
- Promete que vai com cuidado? - pedi.
- Prometo! Se doer fala! - ele respondeu e encaixou um pouco em mim. 
- Certo! Então eu estou pron… - ele nem esperou eu terminar e logo começou a entrar no início doeu muito, mas ele parou um pouco, me acostumei com ele dentro e comecei a me movimentar, foi o suficiente pra ele acelerar. Estava próximo ao meu primeiro orgasmo, apertei ele mais. 
- Eu… não… vou… agüentar… – ele disse com dificuldade.
- Estou… quase…- disse e ele acelerou mais, eu aproximei mais meus quadris e a sensação dele entrando e saindo de mim foi maior, escutei ele gemendo no meu ouvido e senti o peso dele em cima de mim. Ficamos por cerca de 30 minutos, meu corpo já estava formigando com o peso dele em cima de mim.
- Luan – passei a mão nas costas dele – Você precisa sair de cima de mim! – ouvi ele rir.
- Não! Aqui ta ótimo! – ele estava deitado nos meus seios já quase dormindo.
- É serio! Não sinto minhas pernas! 
- Own! – reclamou e levantou e se apoiou nos cotovelos e ficou me olhando – Você esta linda! 
- Deve estar mesmo, cabelo bagunçado, suada e com a maquiagem toda borrada – ele riu e foi se levantar – Ssshhhhh para – pedi, ele ainda estava dentro de mim e entrou de volta. 
- Quer que eu pare? – ele movimentou lento e forte.
- Não! 
- Sim? – uma estocada forte – Não? – outra e outra e assim fomos madrugada adentro.
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Tum Tum Tum (batidas na porta) 
Estava dormindo tranquilamente, quando acordo com batidas na porta, me virei e ele estava me olhando. - Não vai abrir a porta? - perguntei baixo. 
- Não! Não deve ser nada importante! 
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Tum Tum Tum
- Que foi Testa? - ele gritou e eu me virei pro outro lado, com as costas nuas aparecendo. 
- Telefone Boi! É seu pai, é grave! - Rober gritou e Luan o mandou entrar, escutei um barulho alto e um grito, seguido por passos rápidos.
- Porra Luan não sabe deixar tuas roupas em um canto que não seja a porta não? - ouvi Rober dizer e parar de falar em seguida. Luan estava calado, escutei baixo um ‘Eu não acredito’, quando me virei dei de cara com Rober, Carol, Sara, Wel olhando pra mim e para Luan.

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