13 de setembro de 2015

Capitulo 30


(Narração Mary)
Depois de ter cido acordada pelo Luan ao telefone e ficar horas conversando com ele fui tomar café com as meninas.
- Aleluia que desgrudou desse telefone! – Betth reclamou comendo um pedaço de pão.
- A criatura fala pelos cotovelos, posso fazer nada! – disse me sentando e comendo, estranhei uma coisa, Polly não estava com a gente, ela sumiu desde a noite passada depois do camarim do Edu. – Cadê a Rapunzel? – perguntei e elas arregalaram os olhos.
- É…não sei! – Kami disse trocando olhares com Betth.
- Que ceis tão escondendo? 
- Na… na..nada! – Sara disse.
- Desembuchem logo! – disse seria, mas comendo um pão doce que tinha na mesa, ouvi um barulho vindo da porta e lá estava a donzela perdida, todas corremos pra sala pra recepcioná-la.
- Posso saber aonde você tava? – perguntei já de braços cruzados.
- É… É…. – ela travou olhando de mim pra Kami, Betth e Sara que continham o riso.
- É aonde você tava? – Kami perguntou.
- Eu tava por ai! – ela respondeu e foi em direção ao quarto da Kami. 
- Estavá por ai não é resposta Polly! - disse abrindo a porta que ela fechou rápido. 
- Ah me deixem estava curtindo a vida! 
- Tem homem nisso aposto! - Sara disse sapeca. 
- Tu acha? Tenho certeza! - olhei pra ela que deu um meio sorriso - Que vê como eu tiro dela o que é! - disse piscando pra elas e me sentei na cama, enquanto Polly tirava a roupa pra tomar banho. - Polly?! 
- Que foi? Já disse que eu tava na rua, curtindo! Algum problema? 
- Baixa a bola neguinha! - disse olhando seria pra ela - Só quero perguntar uma coisa! 
- Que é então? 
- Tu tava com o Edu? - Ouvi só um coro de ‘Ah’ e taparam a boca, ela ficou mais branca do que já é! 
- Sara sua traira! Eu vou te matar! - ela disse indo pra cima dela. 
- Uou parou aí! - Betth segurou ela - Sem agressão Pollyanna! 
- Mas eu pedi segredo! Ela contou! - ela disse com raiva. 
- Não falei nada não ô louca! Até parece! Tenho mais o que fazer do que contar suas coisas! - Sara reclamou e saiu do quarto. 
- Ela não disse nada Polly! E pode abaixar a bola viu! - falei fingindo estar irritada e mais próxima dela - Eu que tirei conclusão e foi só jogar verde e colher maduro! - eu disse me gabando. 
- Vai te lasca Mary! 
- Não vou não até você me falar o que rolou entre vocês! - disse me jogando na cama, Kami e Betth fizeram o mesmo e ficamos esperando ela falar. 
- Sério que ceis vão fica tudo aí me olhando! 
- Sim! - respondemos juntas. 
- Senta que lá vem a história! - Kami disse rindo. 
- Como ce ficou sabendo? - ele perguntou me olhando. 
- Basicamente eu vi você saindo do camarim antes da gente entrar! 
- Você foi antes? - Kami perguntou fingindo estar chocada. 
- Para de falsidade Kami! Me engana não que ceis sabiam que ia acontecer isso! 
- Eu? - ela se fez de ofendida. 
- Sim você! Agora fala Polly! 
- Ta suas chatas! Eu e o Edu a gente…É a gente… 
- A gente o que fala logo! - Betth apressou ela. 
- A gente ficou foi isso! - ela disse ficando vermelha e cobrindo o rosto com as mãos! 
- Awwwnn! - foi o que saiu de nós três. 
- Agora parem de ficar me investigando e saiam que eu quero dormir! 
- Hahaha muito engraçado! A muié fica fora de casa a noite toda e ainda que botar moral! - eu disse rindo sarcasticamente - Tome um banho, coma algo que vamos sair daqui a pouco! - disse saindo com Kami e Betth. 
Fomos pra sala onde Sara estava com um bico que parecia uma tromba de elefante e encostava no chão de tão grande. 
- Desfaz esse bico Sara! - Betth disse - Tem precisão disso não! 
- Dinda ela desconfiou de mim! - ela disse com raiva. 
- Não liga serio! Se for pra levar ao pé da letra tudo que a Polly fala e faz a gente não era amiga ó faz tempo! - Kami disse sorrindo pra ela, que apenas assentiu. 
Depois de quase dormir de novo esperando a Polly, ela enfim apareceu e todas fomos passear. Levei elas na casa da minha madrinha, tios, primos e primas, vizinhos da época de infância, passamos o dia e a noite andando de um lado pro outro de Curitiba e assim passamos três dias com muitas risadas, amor e muita andança pela terrinha. 
(…) 
Uma semana se passou desde a turnê do Luan pelo nordeste e a minha ida pra Curitiba, muitas emoções e alegrias e claro brigas, mas que foram resolvidas logo. 
Hoje em pleno sábado às 4 da manhã estou acordada, adivinha fazendo o que? Conversando com o Luan? Sim acertou. Depois de tudo que rolou acabamos nos aproximando mais, nos tornamos amigos, confidentes. Mas ainda não me acostumo com esses horários dele. 
- Tenho que dormir! - reclamei 
- Eu também! Mas é que gosto de ouvir sua voz! - ele disse rindo. 
- Pare de me cantar cantor! - disse rindo - Tu vai dormir e eu vou trabalhar injusto isso! 
- Oh meu deuso fiquei até com dó de você! - riu 
- Olhe vou nem gasta saliva! 
- Não gaste mesmo! Guarde pra quando a gente se ver! - ele disse com uma voz mais grossa. 
- Luan…Luan…cuida bixinho! 
- Num disse nada! - se defendeu 
- Sei! Tenho que ir agora! 
- Naaaao! 
- Sim, sim! Canta minha música pra mim por favor? - pedi e ele começou a cantar Tudo que você quiser e eu adormeci com o celular no ouvido.

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